Ubaitaba espera julgamento do assassino de Daniela
Decorridos quase cinco anos do assassinado da servidora municipal de Ubaitaba, Daniela Bonfim Nascimento, uma jovem de 22 anos, que então vivia seus melhores dias, o assassino Ivan Pereira de Souza, continua sem julgamento e, segundo informações, gozando de liberdade na cidade de Valença. O Julgamento ainda sem data marcada deverá acontecer na Comarca de Ubaitaba, mas advogado de defesa Jorge Nobre de Carvalho vem tentando de todas as maneiras pleitear um desaforamento para transferir o julgamento para outra localidade.
De
acordo com o assistente de acusação, advogado Ivo Lemos a competência é
do tribunal do Júri da cidade de Ubaitaba. ”O crime foi de extrema
gravidade e que o tempo só vem a favor dele, pois o esquecimento
decorre, justamente, da demora de se levar o acusado a julgamento”,
disse. A mãe do criminoso como Delegada de Policia, teve bastante
influencia, e o filho obteve regalias pelo pouco período que permaneceu
preso na cidade de Valença. A população ainda se mantém revoltada com o
trágico acontecimento e continua clamando por Justiça Ivan Pereira de
Souza, hoje com 34 anos, assassinou a sua namorada Daniela Bonfim
Nascimento, no final da manhã do dia 6 de setembro de 2007. Ela foi
friamente alvejada com 2 tiros, calibre 38, quando se encontrava
trabalhando na Secretaria do Desenvolvimento Social de Ubaitaba,
localizada na Avenida Presidente Vargas, centro da cidade. Motivos
fúteis conduziram o réu ao bárbaro homicídio que teve repercussão
estadual. Ivan invadiu a Secretaria do Desenvolvimento Social,
surpreendendo a vitima no momento em que esta trabalhava. Ele puxou
Daniela pelos cabelos e deflagrou, covardemente, à queima roupa, os
tiros que atingiram a cabeça da vítima. Daniela chegou a implorar por
sua vida. A morte foi instantânea.
Preso em flagrante, Ivan Pereira de Souza foi encaminhado à sede da 7ª Corpin, em Ilhéus, onde ficou preso por um período até ser transferido para Valença.
Preso em flagrante, Ivan Pereira de Souza foi encaminhado à sede da 7ª Corpin, em Ilhéus, onde ficou preso por um período até ser transferido para Valença.
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