Polícias, Militar, Civil e Bombeiros do Rio de Janeiro entram em greve


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Os Bombeiros, a Polícia Militar, a Polícia Civil e os agentes penitenciários do Rio de Janeiro entraram em greve na noite da quinta-feira (9). Todos os grevistas deverão ficar aquartelados, mesmo aqueles que estiverem de folga.  Alguns policiais devem permanecer nas UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora), mas os  grevistas recomendam que eles trabalhem sem armas.
As orientações são diferentes para cada categoria. Nenhum PM ou bombeiro deverá sair para ocorrência alguma.  Já a  Polícia Civil atenderá apenas emergências, como violência grave, furto de veículo e as relativas à Lei Maria da Penha. Segundo o diretor jurídico do Sindipol (Sindicato dos Policiais Civis), Francisco Chao,  a Delegacia de Homicídios funcionará normalmente. "Em nenhuma hipótese serão aceitos atos de vandalismo da Polícia Civil", afirmou Chao.
O cabo da Polícia Militar lotado no 22º BPM (Maré) Wellington Machado afirmou que, a partir de agora, "qualquer ocorrência que ocorrer na cidade é de responsabilidade do exército e da Força Nacional de Segurança".
O sargento do 1º GSE (Grupamento de Socorro e Emergência), Paulo Nascimento, chegou a afirmar ainda na quinta-feira (9) que o governador Sérgio Cabral teria até 23h59 para aceitar as reivindicações da categoria e evitar uma greve geral.
Próximo a Praça Cinelência, no centro Rio, um carro de som avisou que os grevistas queriam "evitar o pânico" e por isso pediam para a população do Rio evitar transitar pelas ruas a partir desta sexta-feira (10).

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