Cometeu homicidio é foi preso dois dias depois
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu no final da tarde desta quinta-feira, 11, Fabrício Pereira Vieira, de 25 anos, enquanto este viajava na garupa de uma moto-taxi pela BR-367 (entre Eunápolis e Porto Seguro), no extremo sul da Bahia. Fabrício vinha sendo procurado há cerca de dois meses após ter fugido do Conjunto Penal de Teixeira de Freitas, onde cumpriria pena de quatro anos por assalto a mão armada.
Segundo o inspetor da PRF, Cláudio Santos, foi feita denúncia anônima de que Fabrício estava em viagem pela BR-367. A prisão ocorreu próximo a uma faculdade privada, às margens da rodovia. O detento contou à polícia que fugiu logo na chegada ao presídio, quando foi encaminhado para trabalhar em uma fábrica de blocos que funciona no complexo penal. Ele também confessou o assassinato de um Homem chamado Gildásio Oliveira de Jesus , supostamente por vingança pela morte de seu irmão, de prenome Alex.
A mãe de Gildasio esteve na delegacia na manhã de terça feira 09/08 para registrar a ocorencia de que seu filho teria sido alvejado por disparos de arma de fogo na porta de casa por um homem conhecido por Gazé.
Alex Pereira Vieira, 17, foi assassinado há cerca de dois meses com vários tiros, em Porto Seguro, no bairro Baianão. Já Gildásio, morreu na manhã desta quarta-feira, 11, no Hospital Luiz Eduardo Magalhães, em Porto Seguro, onde estava internado em estado grave por ter sido alvejado com dois tiros de revólver 38, disparados por Fabrício, conforme ele mesmo confessou.
O crime ocorreu na manhã da última terça-feira, no assentamento Agrovila, onde a vítima e o homicida confesso moravam. O assentamento fica às margens da BR-367. Fui à casa dele quando eram 7h; ele estava na porta sentado e já cheguei atirando, detalhou o rapaz, que tem várias passagens na polícia por furto e assalto a mão armada, crimes que ele também confessou.
Com Fabrício, a polícia encontrou o revólver 38 com quatro balas intactas, mais R$ 564 em dinheiro e um aparelho celular. Fabrício disse que o dinheiro que estava com ele era fruto de um trabalho recente numa oficina mecânica, no bairro Baianão, em Porto Seguro. Mas ele não se lembra do nome da oficina. Trabalhei quatro meses lá, disse ele, informando depois que também trabalha como jardineiro.
O homicida confesso ficará preso na delegacia de Eunápolis, na companhia de mais outros 94 detentos – o espaço foi construído para 28 presos. O moto-taxista foi ouvido pela polícia e depois liberado, pois estava apenas fretando a moto.

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